NOTA URGENTE SOBRE O FALECIMENTO DO PRESIDENTE GONZALO

Morrer pelos interesses do povo tem mais peso que o monte Tai, mas empenhar-se ao serviço dos fascistas e morrer pelos exploradores e opressores do povo pesa menos que uma pena.

(Mao Zedong, Servir ao Povo, 8 de Setembro de 1944).

Lo que corresponde es poner la política al mando, es decir aplicar en la lucha de clases la ideología del proletariado internacional, el marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente maoísmo, con los aportes de validez universal del Presidente Gonzalo. La realidad demanda su aplicación creadora para encontrar respuestas a las nuevas cuestiones. También significa que los camaradas deben pensar más para encontrar respuestas a los nuevos problemas que se nos plantean. Se necesita flexibilidad en muchos aspectos y al mismo tiempo firmeza en los principios.

¡Existe un gran desorden bajo los cielos! ¡Eso es muy Bueno! Pues solo de un gran desorden puede surgir un nuevo orden y eso va a ser así.

¡Viva el 28º aniversario del discurso del Presidente Gonzalo!

¡Unirse bajo el maoísmo!

¡Aprender del Presidente Gonzalo!

(Declaração Internacional Conjunta publicada no periódico Internacional Comunista, 2020).

O Estado reacionário peruano noticiou hoje a morte do Dr. Abimael Guzmán Reynoso, o Presidente Gonzalo, chefatura irreprimível e inquebrável do Partido Comunista do Peru, da guerra popular peruana e chefe do proletariado internacional, sintetizador do Maoísmo e do Pensamento Gonzalo, pensamento-guia da Revolução Peruana, cujos aportes universais são patrimônio de todos os proletários do mundo e de todos os povos oprimidos do mundo.

Gonzalo não morreu, simplesmente, mas foi sistematicamente assassinado pelo velho Estado reacionário peruano, deixando a vida aos 86 anos, na data de 11 de setembro de 2021, dois dias após a data da morte do Presidente Mao.

Torturado psicológica e fisicamente na prisão, vivendo em isolamento, em cela solitária na base naval de militar de Callao, desde 1992, tendo sua saúde piorada intencionalmente por falta de tratamento, ação denunciada pelo mesmo em uma das poucas chances em que se pronunciou, desafiando o Estado reacionário, em audiência, não podendo receber visitas senão uma vez por ano e sendo acossado por guardas, pelo velho Estado peruano e pelo imperialismo, Gonzalo permaneceu firme em seus princípios, jamais traindo a classe, o povo peruano e os povos oprimidos do mundo. Todos os seus inimigos, desde os imperialistas até os oportunistas, empalidecem-se frente ao vigor que este homem, grande líder e o maior comunista do mundo após a morte de Mao Zedong, demonstrou e continuará demonstrando, por ser exemplo para todos nós, por gerações e gerações!

Os reacionários e oportunistas somam-se na arenga anticomunista para comemorar a morte de seu maior inimigo, chamando-o assassino, terrorista e o que o valha em coro. Querem dançar em seu túmulo, mas isto é impossível, pois suas ideias são imortais e vivem conosco como herança imarcescível de sua luta. Todos eles terão grande surpresa quando assistirem a Nova Onda da Revolução Mundial varrer de suas caras os sorrisos escarninhos, covardes, que dão. Isto não tardará. Todos os povos oprimidos do mundo, em todas as partes, aprendem e incorporam o Maoísmo como mando e guia da Revolução Mundial e os aportes universais do Pensamento Gonzalo como parte integrante de nossa luta até a vitória final.

Gonzalo foi capturado em Lima, em 1992, em operação comandada pela CIA. À época, o Partido Comunista do Peru (PCP) lutava com todo vigor pela vitória da guerra popular, tendo-o como direção máxima e conquistando até 60% do território peruano para o povo. Desde uma jaula montada pelos reacionários para o humilhar em praça pública, ele conclamou, altivo, que seguisse a guerra popular, discursando sobre a situação peruana e internacional e sobre a vitória iminente da Revolução Mundial. Enquanto os capituladores direitistas buscavam acordos com o velho Estado para salvarem as próprias peles às custas do povo, Gonzalo tomou firme decisão pela luta. Não o humilharam, mas o elevaram ainda mais ao posto de chefe do proletariado internacional, e, enquanto lhe torturaram o corpo, jamais conseguiram ao menos arranhar seu espírito comunista.

Dez anos antes de sua captura, em uma prova de completo compromisso com a luta peruana e internacional, Gonzalo sintetizou o Maoísmo e o Pensamento Gonzalo, nascidos da experiência de luta do proletariado desde o século XIX, na Revolução Russa, na Revolução Chinesa e nas guerras populares por todo o mundo e da aplicação criadora do Marxismo-Leninismo e aportes universais do Pensamento Mao Zedong na Revolução Peruana. Declarou sem vacilar que o Maoísmo é o mando e guia da Revolução Mundial e deu início a uma luta pulsante pela constituição ou reconstituição de partidos comunistas marxistas-leninistas-maoístas por todo o mundo. Esta luta hoje dá frutos e vemos partidos maoístas sendo constituídos ou reconstituídos em várias partes, bem como guerras populares eclodindo e prosseguindo vitoriosas em diversos países. No Peru, onde seu nome é temido pelos reacionários e amado pelo povo, pelos comunistas e democratas verdadeiros, nem com a ajuda do imperialismo estadunidense nem com o assassinato sistemático cometido pelos fujimoristas e por todas as baratas defensoras do imperialismo contra os camaradas do Partido foi possível parar a guerra popular. O Partido se reorganiza e a guerra segue em curso.

Gonzalo, como chefe do PCP, como líder do proletariado internacional, todos os comunistas peruanos que incorporam o Maoísmo e o Pensamento Gonzalo, todos os povos oprimidos do mundo em luta, comprovam que o Presidente Mao estava certo: os reacionários são tigres de papel. Tal não é um pequeno, mas enorme feito, pois os reacionários esforçam-se em nossa época mais do que nunca para provarem-se tigres de verdade, lançando sanguinolentas guerras contrarrevolucionárias em muitos locais. A morte de Gonzalo, portanto, é sobremaneira significativa, é pesarosa para todos os comunistas e democratas.

O peso de sua morte, porém, não nos pode paralisar. Deve nos impulsionar às alturas, para que honremos seu legado e concluamos seu trabalho. Impor o Maoísmo como mando e guia da Revolução Mundial é um dever de todo o Movimento Comunista Internacional. Em cada país, é dever de todo comunista e democrata desenvolver a luta política mais elevada pelo triunfo da Revolução! A prática é o critério da verdade, companheiros e companheiras brasileiros e de todo o mundo, e os reacionários e oportunistas já estão sendo derrotados na prática, mas nos cumpre dar o golpe final em cada lugar.

Nesta triste data, em que pranteamos conjuntamente a morte do maior comunista do mundo, nos cabe apreender com firmeza e decisão as verdades universais do Marxismo-Leninismo-Maoísmo, principalmente Maoísmo, e os aportes universais do Pensamento Gonzalo, levando às massas a Ideologia Científica do Proletariado Internacional que as libertará do explorador e do opressor. Assim, saudaremos de fato e de verdade o legado de Abimael Guzmán Reynoso, o Presidente Gonzalo, guia do proletariado peruano e internacional e sintetizador da terceira e superior etapa do Marxismo! Assim honraremos sua vida e seu imenso trabalho, cuja memória e cujos frutos sempre nos encherão de alegria!

O PENSAMENTO GONZALO É IMORTAL!

O MAOÍSMO É O MANDO E GUIA DO PROLETARIADO INTERNACIONAL E DA REVOLUÇÃO MUNDIAL!

HONRA E GLÓRIA AO POVO PERUANO!

HONRA E GLÓRIA AO PRESIDENTE GONZALO, HERÓI E MÁRTIR DO PROLETARIADO INTERNACIONAL!

ABAIXO O IMPERIALISMO E TODOS OS REACIONÁRIOS!

Grupo de Estudos Ao Povo Brasileiro, 11 de Setembro de 2021.

Textos produzidos pelo G. E. Ao Povo Brasileiro para a divulgação da ideologia do proletariado e notícias sobre as lutas populares.